Publicado por: peregrino | 28 de Setembro de 2011

A dança da quotas (II)

Antes de prosseguir sugere-se a leitura da primeira parte deste artigo.

As quotas, contudo, e apesar dos graves problemas de injustiça que podem acarretar, parecem ter vindo para ficar. Se assim é, não deveriam ser aplicadas da mesma maneira a todos os funcionários públicos, incluindo a classe política? A partir do momento que é paga através do Orçamento de Estado para exercer uma função pública ao serviço do País, não poderá ser considerada também função pública? E nesse caso não deveria ser avaliada tal como a restante função pública? Ou será que é uma classe à parte?

Dirão outros que para isso, para a avaliação, existem as eleições! Será mesmo para isso que elas existem? Então isso quer dizer que não há qualquer tipo de avaliação entre uma eleição e a eleição seguinte! Isso não seria equivalente a um qualquer funcionário só ser avaliado na altura de renovar (ou não) o seu contrato?

Em suma pode-se dizer que esta questão das quotas não é tão simples como pode parecer à partida! Como tal, deve ser bem pensada e ponderada de modo a evitar injustiças e clivagens sociais numa sociedade que, principalmente no actual contexto mundial, deve estar verdadeiramente unida!

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